Bate e Volta de Sampa – Passeio de trem para Mogi das Cruzes

Sabia que em São Paulo você pode fazer alguns passeios com os trens originais que transportavam passageiros lá pela década de 50? Pois é, quase ninguém sabe.

Nós já falamos aqui no blog do trem de Guararema e de Paranapiacaba, e hoje vamos falar sobre o passeio de trem para Mogi das Cruzes.

Passeio de trem para Mogi das Cruzes

Mogi das cruzes fica a 60 km de São Paulo, em torno de 1 hora de carro. Mas você pode ir de trem, pelo menos no segundo sábado de cada mês, quando o expresso turístico acontece (clicando neste link aqui você confere a próxima data).

Nós saímos cedinho de casa e fomos até a estação da luz (trem e metro) aqui de São Paulo.

Deixamos o carro em um estacionamento próximo, que fica aberto 24 horas, e pagamos R$ 15,00 para o dia inteiro. É muito importante conferir o horário que fecha o estacionamento, pois o passeio termina tarde.

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Chegamos na estação da Luz por volta das 8 horas e já fomos para a plataforma, pois o trem sai às 8h30.

Calculamos para chegar na plataforma pelo menos uns 30 minutos antes, pois o trem é pontual.

O embarque foi pela plataforma 04, onde normalmente é operado o Expresso Leste.

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Entramos no trem e foi como voltar no tempo, pois o expresso turístico é bem diferente do que vemos circulando por algumas linhas da cidade.

Ao entrar encontramos dois tipos de vagões, um mais antigo com bancos largos para duas pessoas, janelas que abrem por inteiro, cortinas vermelhas, com compartimento para bagagem pequena em cima do banco.

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O outro vagão é similar, mudam apenas as poltronas, que são separadas e estofadas um pouco mais confortáveis. Andamos nos dois, na ida fomos nos bancos e na volta nas poltronas.

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Levamos umas 2 horas para chegar em Mogi, pois o trem anda bem lentamente, afinal é uma máquina da década de 50. Então fica a dica, leve água e um lanche para comer no caminho, pois não há no trem.

Ao longo do caminho fomos ouvindo as histórias daqueles trilhos pelos quais estávamos passando.

O que fazer quando chegar em Mogi das Cruzes

Chegamos em Mogi das Cruzes na estação Estudantes e o sol estava lá firme e forte, fazia muito calor.

Os atrativos na cidade ficam distantes uns dos outros, então a melhor forma de conhecer a cidade ou arredores é fazendo um tour guiado. Nós fizemos o tour com o pessoal do Viagens de Trem.

Você pode comprar os passeios ainda dentro do trem, pois a equipe acompanha o trajeto desde a estação da Luz. E você pode pagar em dinheiro ou cartão.

Nós fomos convidados por eles para conhecer um tour novo pelo interior da cidade de Mogi das Cruzes.

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O micro-ônibus nos pegou em frente a estação e lá fomos nós.

Duas guias super simpáticas nos acompanharam e foram nos contando um pouco sobre a cidade, sua história, principais pontos turísticos e as lendas urbanas.

Elas contaram a lenda sobre uma noiva, que aparece vestida de branco para os homens solteiros que passam pelas estradas do interior. Eu até hoje olho se ela não tá por perto me seguindo 😀

Sítio Relíquias de Gandu

Nossa primeira parada foi no Sítio Relíquias de Gandu, que fica a 20 minutos de carro do centro de Mogi das Cruzes.

Eles produzem quase tudo que é consumido ali e/ou trocam com os vizinhos. Praticam a economia colaborativa, uma tendência que vem mudando o mercado mundial.

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O sítio também vende produtos sustentáveis diretamente para os visitantes, em feiras ou nos restaurantes da cidade.

A Ana Júlia e o Fabio colocaram uma mesa com os produtos para nós provarmos e foram explicando sobre o sítio e a produção local.

Na hora que ele disse que tinha uma cesta de jabuticaba, eu não ouvi mais nada :D, só procurei a tal da cesta. Foi mais forte do que eu.

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E finalmente conhecemos a fruta cambuci e provamos o suco, que é refrescante, mas confesso que ainda prefiro a jabuticaba.

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Os proprietários são uns amores. Eles também fazem almoços e eventos para grupos, é só ligar com antecedência para agendar. Acho que ainda voltar para um almoço.

E-mail: reliquiasdegandu@gmail.com. Telefone: (11) 97188-3570 (Ana Júlia/Fabio).

Estação Sabaúna

Nossa segunda parada foi na estação Sabaúna, que infelizmente está desativada. A notícia boa é que existem projetos para reativa-la, para ser a estação que recebe o expresso turístico de Mogi das Cruzes.

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Tomara que saia do papel logo, pois seria muito mais interessante desembarcar numa estação charmosa como essa.

No lado interno funciona o museu ferroviário, que conta resumidamente a história da estação.

Do lado de fora encontramos alguns moradores que vendiam seu quitutes.

Foi onde conheci a simpática Gi, que me contou que estava ali porque queria que os turistas conhecessem as delícias de sua cidade.

Eu provei e comprei o antepasto de berinjela siciliana, que é muito boa e recomendo.

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Ela também atende festas na região. Me contou que adora viajar e ano que vem vai para a Grécia. Leva a gente junto? 😛

Estação Luis Carlos

A terceira parada do passeio foi em Guararema, na Estação Luis Carlos, para almoçarmos.

A vila de Luis Carlos é uma graça e vocês precisam conhecer. Já contamos aqui no Bate e Volta de Sampa para Guararema. Foi muito legal passar um tempinho aqui novamente.

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Não tivemos muito tempo para aproveitar a vila, mas não poderíamos deixar de fazer a clássica foto no quadro que fica na janela de uma das lojinhas da vila (bem enfrente a estação).

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Almoçamos no Bistrô Luz. Nós e a maioria das pessoas que estavam na vila.

A comida é boa e os pratos são enormes, mas levam muito tempo para servir. Por isso nem conseguimos aproveitar o lugar. Sorte que já conhecíamos.

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Nós pedimos o prato Chuleta de Contra-Filé que custou R$ 62,00 para nós dois. Os preços são bem acessíveis, os pratos custam de R$ 12,00 (tapioca) até R$ 62,00. E as bebidas vão de R$ 2,80 (água) até R$ 28,00 (cerveja Baden Baden).

Na hora que estávamos saindo do restaurante o trem de Guararema estava chegando e corremos para ver. Nós e a maioria das pessoas que estava ali na vila.

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Aproveitando o assunto, esse é um passeio gostoso que vale a pena fazer com a família ou em casal. E dá pra ir e voltar de São Paulo no mesmo dia.

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Parque Centenário da Imigração Japonesa

Nossa quarta e última parada foi no parque centenário da imigração japonesa, em Mogi das Cruzes, que fica uns 2 km da estação Estudantes.

Esse é um dos principais atrativos para quem vai de trem para a cidade e não contrata o tour com o pessoal do Viagens de Trem.

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Esse parque foi inaugurado para homenagear os 100 anos de imigração japonesa no Brasil.

Nele encontramos esse museu da foto acima que guarda alguns objetos que contam essa história e um pouco sobre a cultura e tradição oriental.

Os moradores costumam frequentar o parque aos finais de semana para se exercitar, andar de bicicleta, fazer stand up paddle, entre outras atividades.

São quatro lagos com pontes em estilo oriental (aquelas pontes vermelhas).

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Pena que tínhamos pouco tempo e não deu para andar pelo parque, fora o tempo que fechou e esfriou de repente.  Ao contrário do início do dia, as 16h já estava bem frio e ameaçando chover.

Do parque voltamos para a estação de trem Estudantes para esperar o Expresso Turístico.

Nos despedimos do pessoal do Viagens de Trem e… Olha o trem chegando aí…

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Na volta sentamos no vagão com as poltronas individuais, pois são mais confortáveis, com encosto para a cabeça. Era certeza que iríamos dormir no caminho de volta.

Saímos pontualmente da estação às 16h30 e chegamos em São Paulo, na estação da Luz, às 18h30.

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E assim foi mais um sábado curtindo um Bate e Volta de Sampa em um passeio de trem.

#FicaADica para o passeio de trem

# O passeio de trem começa pontualmente as 8h30 na estação da Luz, então se programe para chegar NA PLATAFORMA as 8h00. Uma vez perdemos esse mesmo trem 🙁

# O trem sai pontualmente as 16h30 da estação Estudantes de Mogi, então se programe para chegar NA PLATAFORMA as 16h00.

# Leve água e lanche para comer no trem, principalmente se estiver indo com crianças, pois o trem pode levar mais de 1h30 e a fome aperta.

# Vá com roupas e calçados confortáveis para aproveitar o passeio.

# Leve dinheiro para comprar os produtos locais.

E até o próximo Bate e Volta de Sampa.

Esse passeio foi um convite da CPTM e do Viagens de Trem. O almoço e opiniões foram por nossa conta 😉

Bate e Volta de Sampa – Paranapiacaba, a Vila Inglesa de Santo André

Esse mês o nosso Bate e Volta de Sampa foi para Paranapiacaba e foi muito legal!! Mas antes de falar de Paranapiacaba, você já conferiu as outras dicas de cidades para visitar pertinho de São Paulo? Já fomos para Embu das Artes, São Roque e Guararema.

Bate e Volta de Sampa, Paranapiacaba

Paranapiacaba fica a 62 km da capital São Paulo, é uma vila da cidade de Santo André e o trajeto leva aproximadamente 1h30 de carro ou de trem com o Expresso Turístico Paranapiacaba. Nós fomos de trem, e foi bem legal!

O nome Paranapiacaba significa “Lugar de onde se vê o mar”, pois fica bem no limite do planalto, onde a Serra do Mar começa.

A vila de Paranapiacaba foi tombada como patrimônio histórico pelas esferas nacional, estadual e municipal (CONDEPHAAT em 1987, IPHAN em 2000 e COMDEPHASA em 2003). Hoje passa por um processo de restauração, conduzido pelo IPHAN com verba do PAC Cidades Históricas, e está na lista de espera da Unesco para se tornar patrimônio mundial.

Tivemos sorte de conseguir lugar no trem Expresso Turístico, pois no sábado começou o Festival de Inverno de Paranapiacaba, com muita gente procurando a programação cultural da cidade. O bom é que por isso teve muita música e comida na vila.

O que fazer em Paranapiacaba

A vila é pequena e os atrativos e restaurantes ficam bem próximos uns dos outros. Então conseguimos fazer tudo a pé, mas para quem tem alguma dificuldade de locomoção fica complicado, pela falta de acessibilidade.

A paisagem é muito bonita, com casas antigas de estilo inglês e português. Pode estar o sol que for, lá por volta das 3 da tarde parece que sempre chega uma nevoa densa, que lembra muito Londres.

Quando a nevoa chegou, conseguíamos ver apenas alguns metros a nossa frente, mas as fotos ficaram muito legais.

A Vila de Paranapiacaba é dividida em parte baixa, que foi colonizada pelos ingleses, e parte alta, colonizada pelos portugueses.

Aproveitamos o passeio para observar a diferença entre as arquiteturas e algumas características muito presentes na vila, como os postes feitos com reaproveitamento de trilhos, cercas com reaproveitamento das cabos de aço e a cor das casas, que eram pintadas com as sobras das tintas que eram utilizadas para pintar os trens.

Atrativos na Parte Baixa, de origem inglesa

Museu Castelo

O Museu Castelo é uma casa de 1897, onde morava o engenheiro chefe da SPR (São Paulo Railway Co.), empresa que construiu a ferrovia. A casa fica no alto de um morro onde é possível ver toda a vila.

Hoje é um museu com exposição permanente, tem alguns móveis e objetos que ajudam a contar a história da ferrovia e da vila. Aqui tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre Paranapiacaba. Vale a pena visitar logo que chega na vila para entender melhor o que irá ver depois caminhando.

As visitas são monitoradas e acontecem a cada 30 min, com dois grupos de 25 pessoas cada. Tem uma fila considerável aos finais de semana e não tem um controle, como por exemplo ingresso/senha com horário. Esperamos no lado de fora em uns bancos e os monitores foram controlando os grupos. Meio confuso, principalmente se estiver cheio.

Endereço: Caminho do Mens, s/nº.
Horário: Sábado, Domingo e Feriados das 9h às 16h, a cada 30 min.
Entrada: R$ 3,00.

Antigo Mercado

O Antigo Mercado, de 1899, é um galpão grande onde os ferroviários faziam suas compras de secos e molhados, era um empório. Hoje é utilizado como espaço multicultural.

Quando visitamos estava acontecendo uma feira de produtos gastronômicos de cambuci, uma fruta tipica da região. Tinha sorvete, bolo, cachaça, licor, geleia e etc.

Endereço: Rua Campos Sales, s/nº.
Horário: Sábado, Domingo e Feriados das 9h às 17h.
Entrada: Gratuita.

Casa Fox (Casa da Memória)

A Casa Fox é uma das casas onde os chefes de estação da ferrovia residiam. As casas eram geminadas e foram construídas no final do século XIX. O nome é uma homenagem ao engenheiro Daniel Mackinson Fox, que foi engenheiro chefe e superintendente da São Paulo Railway (SPR).

Hoje é um museu aberto a visitação que mostra um pouco da memória individual e coletiva desses operários.

Endereço: Rua Fox, s/nº.
Horário: Sábado, Domingo e Feriados das 9h às 17h.
Entrada: Gratuita.

Clube União Lyra Serrano

O Clube União Lyra Serrano foi fundado em 1936 para o lazer dos moradores da Vila de Paranapiacaba. Tem dois pisos, mas como o piso superior estava fechado, vistamos apenas o térreo. Encontramos um salão com palco, antigo e muito bonito, deu até para imaginar os bailes que devem ter acontecido por ali.

Também tem um café, que nos pareceu muito bom, mas como estava na hora do almoço não provamos.

Endereço: Rua Antônio Olintho, s/nº.
Horário: Sábado, Domingo e Feriados das 9h às 17h.
Entrada: Gratuita.

Museu Ferroviário Funicular

O Museu Ferroviário Funicular mostra como funcionavam os trens que eram tracionados para subir e descer a serra. Nós achamos interessante, pois pudemos ver toda a estrutura fixa que matinha o trem nos trilhos, literalmente, e tracionavam nos trechos ingrimes.

Tem alguns vagões, ferramentas de manutenção e um pouco da história da ferrovia naquela região. E também é muito bonito para fotos, mas pena que quando fomos visitar já tinha muita neblina.

Aqui também tem um passeio de Maria Fumaça que percorre 700 metros e dura 10 minutos, mas estava em manutenção e se previsão para retornar as atividades.

Endereço: Pátio Ferroviário. (Embaixo da ponte que liga a parte alta e baixa da vila)
Horário: Quarta a domingo das 9h às 17h.
Horário Maria Fumaça: Sábado, domingo e feriados das 10h às 16h.
Entrada: R$ 6,00 e passeio de Maria Fumaça R$ 10,00.

Locobrec

A Locobrec faz sucesso com os visitantes. É uma das poucos máquinas que pudemos ter acesso para fotografar bem de pertinho. Ela funcionava como um sistema de freio para os trens na descida da serra.

Está exposta em uma área aberta e as pessoas fazem fila para fotografar. E nós também entramos, né.

Encontramos a banda Oros Boros fazendo um som muito legal. Eles são de Santa Catarina e estavam ali para participar do Festival de Inverno de Paranapiacaba.


Endereço: Esquina das avenidas Schnoor e Fford.
Horário: todos os dias.
Entrada: Gratuita.

Relógio da Estação

Um símbolo de Paranapiacaba é o relógio da estação. Uma torre erguida em 1898 que tem no seu topo um relógio grande da marca Johny Walker Benson, que lembra o famoso Big Ben de Londres.

Ele era a referência dos horários para partida dos trens e dos turnos de entrada e saída dos funcionários da ferrovia. A estação onde ele estava pegou fogo em 1981 e apenas o relógio foi salvo, sendo restaurado em 2003.

Nós não conseguimos ver o relógio da estação mais de perto, pois quando chegamos na ponte já estava com muita neblina. Então, procure ir antes das 15h na ponte para fazer uma bela foto do relógio.

Endereço: R. Rodrigues Quaresma, 57 .
Horário: todos os dias.
Entrada: Gratuita.

Garagem das Locomotivas

A Garagem das Locomotivas foi inaugurada como estação do Expresso Turístico no dia que visitamos Paranapiacaba, no dia 22 de julho.

Quando chegamos de trem na estação, encontramos um banda tocando e a presença de algumas autoridades locais. Até achei que era pra comemorar meu aniversário, que foi dia 15, 😛 .

Procurando por algumas fotos desse lugar, no google, dá pra ter uma boa ideia de como era e como ficou. Tomara que façam essa restauração na vila toda e implantem sistemas de acessibilidade, pois ficaria linda.

Endereço: Avenida Fox, s/n.
Horário: Todos os dias. Aberta somente aos finais de semana, durante embarque e desembarque de passageiros do Expresso Turístico.
Entrada: Gratuita.

Atrativos na Parte Alta

Igreja Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba

A Igreja Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba fica na parte alta da vila. Para chegar lá, nós atravessamos a passarela metálica, ponte que liga as duas partes da vila, depois subimos um morro, que deixou nossas pernas doendo por dois dias :D, e lá no alta chegamos na igreja amarela que se destaca em meio a paisagem.

Fundada em 1884, é uma igreja católica. Ao seu redor moravam comerciantes e prestadores de serviços para os funcionários da ferrovia. Ao lado fica o cemitério da cidade, que tomado por neblina, estava bem sinistro.

Endereço: Largo da Igreja, s/n.
Horário: Todos os dias.
Entrada: Gratuita.

O que comprar em Paranapiacaba

Em Paranapiacaba o que mais vimos foram produtos a base da fruta cambuci. Tinha cachaça, geleia, bolos e etc.

Tinha também uma feira livre do vinil, instalada por ocasião do Festival de Inverno.

Também vimos muitos artesanatos.

Não encontramos lembrancinhas turísticas da vila, como imã de geladeira, caneca, camisetas e etc, mas tem bastante opções de outros temas.

Onde comer em Paranapiacaba

Como visitamos Paranapiacaba durante o Festival de Inverno, tinham várias barracas e food trucks como opções para comer e beber. Também procuramos restaurantes pela vila e percebemos que a grande maioria são restaurantes com buffet a quilo ou a vontade.

Não encontramos nenhum restaurante de gastronomia mais requintada. O que nos chamou atenção foi o bar da Zilda, que tinha opções de empratados, mas a fila de espera para almoçar estava muito grande então desistimos e fomos na praça de alimentação montada para o festival.

Provamos um hamburguer de salmão, que estava bem gostoso.

E de sobremesa uma tortinha, feita com massa podre e recheada com ricota e frutas cristalizadas.

Confira outras opções aqui.

Onde se hospedar em Paranapiacaba

Acabamos não conhecendo nenhum hotel, achamos que não tinha, mas chegando lá vimos algumas pousadas. Você pode pesquisar as opções no Booking.com.

Quando visitar Paranapiacaba

Você pode visitar o ano todo, mas o melhor mesmo é aos fins de semana, feriados  e durante os eventos. Praticamente todos os meses tem algum evento. Nós fomos conhecer o Festival de Inverno de Paranapiacaba (FIP), que esse ano está da 17ª edição.

Durante o festival, que acontece este ano nos dois últimos finais de semana de julho, vimos vários artistas culturais, cantores e bandas se apresentando em palcos espalhados pela Vila. Foi bem legal caminhar pela vila e sempre estar escutando uma das bandas, que estavam espalhadas em vários pontos.

Como Chegar em Paranapiacaba

Expresso Turístico Paranapiacaba

A maneira mais legal de chegar é com o trem Expresso Turístico Paranapiacaba. Sai de São Paulo, na estação da Luz às 8h30, faz uma parada em Santo André às 9h na estação Prefeito Celso Daniel e depois segue para Paranapiacaba.

Na Luz é bom chegar 30 minutos antes, talvez você se perca um pouquinho até achar a bilheteria e a plataforma, pois falta sinalização para quem vai de carro até a estação.

A bilheteria fica na área interna/inferior (antes das catracas), no saguão que tem a saída para a Pinacoteca. E o embarque é pela plataforma 04 (onde normalmente é operado o Expresso Leste). A plataforma é isolada aos finais de semana e feriados, durante o embarque/desembarque do Expresso Turístico. Qualquer coisa é só perguntar para os funcionários que eles orientam.

Se você for de metro para a estação da Luz, é só procurar pelas placas com indicação para o Expresso Turístico. Mas se você for de carro, como nós, lembre de deixar em um estacionamento 24 horas, pois há estacionamentos que fecham as 17h30 e aí não dá tempo de voltar para pegar o carro antes de fechar. Nós pagamos R$ 15,00 no estacionamento para o dia inteiro.

O trecho percorrido é de 48 km e leva em torno de 1h30, mas nós levamos 2h15 nesse dia, que deve ter sido por causa da cerimônia de inauguração da estação reformada. O prefeito deve ter se atrasado rsrs

Durante o trajeto, há explicações sobre diversos pontos do caminho, como antigas fábricas, estações de trem, etc. É bem interessante.

O trem retorna para São Paulo as 16h30, mas lembre que o embarque começa 30 minutos antes.

É um passeio muito gostoso, nostálgico e com cara de fim de semana. Feito principalmente para curtir com a família ou em casal.

Mas corra para comprar seu bilhete, pois esgotam muito rápido. Provavelmente você terá que comprar com 2 meses de antecedência.

Endereço: Embarque Estação da Luz (São Paulo) ou Estação Prefeito Celso Daniel (Santo André).
Horário: Aos domingos. Estação da Luz ás 8h30 e Estação Pref. Celso Daniel ás 9h00. Confira o calendário oficial da CPTM.
Entrada: R$ 48,00, com descontos para 2 pessoas ou mais. Confira as tarifas aqui. Ainda não é vendido online, precisa ir direto na bilheteria da estação para comprar, pagamento em dinheiro, mas antes confira se tem disponibilidade clicando aqui.

Como chegar de carro

Dá para ir de carro também e chegando lá precisa estacionar na parte alta ou mais afastado das atrações turísticas (durante o festival).

Para quem sai das zonas Sul, Norte e Oeste de São Paulo o caminho é pela Rodovia Anchieta até a Rodovia Índia Tibiriçá ou Rodovia dos Imigrantes, depois Rodoanel, um trecho da Anchieta até a Rodovia Índio Tibiriçá. Depois, seguir a Rod. Índio Tibiriçá até Rio Grande da Serra e pegar a Rod. Dep. Adib Chammas.

Para quem sai da zona Leste de São Paulo, o caminho mais curto é passando por Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

Confira informações no site da prefeitura de Santo André clicando aqui.

#FicaADica sobre Paranapiacaba

# Leve água e lanche para comer no trem, principalmente se estiver indo com crianças, pois às vezes o trem pode levar mais de 1h30 e a fome aperta.

# Às 15h tem muita neblina, então aproveite para ver e fotografar a cidade antes desse horário.

# Leve roupa de frio, principalmente para usar quando a neblina chega.

# Vá com calçados confortáveis, pois você vai andar muito e o caminho é irregular.

Chegue sempre 30 minutos antes do horário que o trem parte. Ele é pontual e não espera.

Salve estas dicas na sua pasta de Bate e Volta de Sampa no Pinterest. É só clicar na imagem abaixo e quando você precisar destas informações vai ficar mais fácil de achar 🙂

Bate e Volta de Sampa – Guararema, a pérola do vale

Olá!!! Este mês nosso Bate e Volta de Sampa foi para Guararema, conhecida como a Pérola do Vale.

Essas cidades que estamos visitando próximo a São Paulo estão nos surpreendendo, é uma mais linda que a outra. As pessoas são simpáticas e nos recebem tão bem que nos sentimos acolhidos e muito bem vindos. Tem sido uma experiência muito agradável.

E você, está esperando o que para sair explorar essas cidades? Bora lá.

Bate e Volta de Sampa, Guararema

Guararema fica super perto de São Paulo, capital, nós levamos aproximadamente 1h15 para fazer os 80 km. Dá pra ir e voltar no mesmo dia.

É fácil circular pela cidade, pois tem placas de sinalização turísticas (mas pode melhorar) e até a indicação de duas rotas, a Rota Turística 66 e a Rota Turística Paraíba.

O que fazer em Guararema

Igreja Nossa Senhora da Escada – São Longuinho

A igreja de São Longuinho, como é mais conhecida, fica logo na entrada da cidade. Com arquitetura barroca de 1962, foi construída pelos índios e abriga em seu altar a única imagem de São Longuinho no Brasil, o santo das causas perdidas.

Nós não somos católicos, mas sempre que perdemos alguma coisa recorremos ao São Longuinho e em 99% das vezes conseguimos encontrar o que procuramos.

Se você perdeu alguma coisa, fale o seguinte “São Longuinho, São Longuinho, se eu encontrar tal coisa, eu dou três pulinhos.”  Não decepcione o São Longuinho, se você encontrar, lembre de pagar os seus três pulinhos hein. Promessa é dívida 😉

A igreja é muito bonita em seu interior também. Vale a pena passar para conhecer.

Endereço: Praça Salvador Lemes Cardoso, s/n – Freguesia da Escada.
Horário: Terça a Domingo das 9h às 17h.
Entrada: Gratuito.

Recanto do Américo ou Pau D’Alho

O Recanto do Américo é também conhecido como Pau D’Alho, pois ali está uma árvore de mesmo nome que é bicentenária, tem 33 metros e é símbolo da cidade.

O recanto do Américo é um espaço na beira do rio Paraíba do Sul, com uma estrutura de deck de madeira, quiosque e bancos com vista para as ilhas. Além disso, tem também 2 pontes que ligam as ilhas.

Nós andamos por elas, na pequena trilha com estrutura de madeira, e pudemos ficar pertinho da natureza, ouvir os pássaros e o som das águas do rio, sentir o cheirinho do mato, e ver borboletas que nunca tínhamos visto.

É um passeio pra relaxar e fazer fotos lindas. Fotógrafos estavam fazendo foto de grávida, de 15 anos e de casamento. Não é a toa que o Recanto do Américo é o cartão-postal da cidade.

Endereço: Rua Coronel Ramalho, s/n – Centro.
Horário: todos os dias, 24h. Para atravessar a ponte até as ilhas, das 9h às 17h30.
Entrada: Gratuito.

Igreja Matriz

Construída em 1875, é o marco inicial da cidade e tem como padroeiro São Benedito. Fica na praça 9 de Julho, onde você pode sentir bem o clima de cidade pequena.

De lá dá para visitar a pé quase todas as atrações da cidade, como a Casa da Memória Antonia Guilherme Franco, a Estação Literária, a estação de trem de onde sai o passeio de maria-fumaça, o Centro Artesanal Dona Nene e o Parque Ilha Grande.

Endereço: Praça Nove de Julho, 39 – Centro

Casa da Memória Antonia Guilherme Franco

A Casa da Memória foi criada pela Secretaria de Cultura de Guararema para, como o próprio nome diz, preservar a memória da cidade. E leva o nome de uma das pessoas mais importantes que trabalhou em prol do desenvolvimento da comunidade local, Dona Antonia, que era carinhosamente chamada de Dona Nini.

A cada período é realizada uma exposição sobre um determinado assunto. Quando fomos o assunto era o Rotary International, sobre as ações que o clube desenvolveu ao longo de seus 50 anos que está presente na cidade.

O Rotary é uma organização não-governamental, livre de ligações partidárias ou religiosas, formada profissionais voluntários que tem como objetivo empreender projetos humanitários locais e internacionais, além de criar ações para melhorias sociais, por meio de campanhas que beneficiam entidades necessitadas.

Vale a pena visitar e conhecer um pouco da história da cidade.

Endereço: Rua Dona Laurinda, 138 – centro.
Horário: Quarta a sexta, das 10h às 13h e das 15h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 13h às 18h.
Entrada: Gratuito.

Estação Literária Prof. Maria de Lourdes Évora Camargo

O nosso amigo Romano nos levou para conhecer a Estação Literária e ficamos encantados com o que vimos. É uma biblioteca com um ambiente moderno, salas de leituras, salas de informática, salas para crianças, espaço para apresentações e convivência.

Pelas paredes estão alguns poemas de grandes nomes da literatura, cinema e música. A arte está por toda parte. A estrutura com elevadores e computadores adaptados permitem que todos tenham acesso a leitura, inclusive pessoas com deficiência visual.

Aqui também acontecem lançamento de livros, exibição de filmes, jogos, leitura de livros, poemas, música e oficinas de arte.

Nós aproveitamos para tomar um cafezinho, bater um papo e curtir o ambiente. Ótima opção para fazer aquela parada estratégica 😉

Endereço: Rua 19 de Setembro, 233 – centro.
Horário: Terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 10h às 18h.
Entrada: Gratuito.

Parque Municipal Pedra Montada

Imagine duas pedras de mais ou menos 9 metros de comprimento por 2,5 metros de altura, uma em cima da outra, com apenas uma parte em contato, em um equilíbrio perfeito. Então, essa é a Pedra Montada, que dá nome ao parque.

Como se fosse pouco, caminhando um pouco mais morro acima, há outra pedra esculpida pela natureza, com forma de tubarão.

Sério gente, no mesmo parque existem 2 pedras que nos deixam pensando: como é possível? São mistéééérios da natureza (leia com a voz do Cid Moreira rsrs).

A estrutura é muito boa, com lanchonete (estava fechada quando fomos), banheiros e rampa para acesso a cadeira de rodas (somente até a Pedra Montada, pois até a Pedra do Tubarão o caminho é de terra entre raízes e pedras).

Endereço: Estrada Municipal de Guararema – Lagoa Nova – Km 8.
Horário: Terça a quinta, das 7h às 18h. Sexta a domingo e feriados, das 7h às 20h (período de férias escolares até as 22h).
Entrada: Gratuito.

Parque Ilha Grande

Nosso amigo Romano nos levou também para conhecer o Parque Ilha Grande, que fica no centro da cidade.

O lugar é um parque em uma ilha no meio do rio Paraíba do Sul e para chegar até a ilha atravessamos uma ponte, onde várias pessoas param para dar ração para os peixes do rio. As crianças ficam impressionadas ao ver o tamanho do cardume de bagres, nós também ficamos 😛

E na ilha tem uma estrutura com trilhas em ladrilhos que levam até alguns mirantes para o rio. O parque é super fresco, pois tem várias árvores fazendo sombra, tem bancos para descanso, parquinho para as crianças, banheiros e um espaço para educação ambiental.

É um passeio bem gostoso e agradável, onde vimos várias famílias de capivaras e esquilos.

Endereço: Praça Lydia Custódio Dominguez – Centro.
Horário: Todos os dias, das 6h às 20h.
Entrada: Gratuito.

Passeio de trem Guararema – Luís Carlos

É um passeio de maria-fumaça que sai do centro de Guararema e em 30 minutos percorre 7 km até a estação Luís Carlos.

Desembarcamos para aproveitar a charmosa vila de Luís Carlos, onde as casas foram restauradas e transformadas em restaurantes, cafés, lojas e espaços de arte, cultura e educação ambiental. Todas bem coloridas e bem conservadas.

Depois de uma hora aproveitando o lugar, o trem apita avisando que vai deixar a estação em breve, de volta ao centro de Guararema. É uma viagem no tempo, ótimo para famílias, casais, pessoas de mais idade.

Leia este artigo aqui para saber mais detalhes do passeio.

Endereço: Rua Dr. Falcão, 4 – centro.
Horário: Sábados, domingos e feriados, as 10h e as 14h30. (o passeio das 14h30 é sujeito a confirmação). Verifique antes no site da empresa em www.tremdeguararema.com.br.
Entrada: R$ 55,00.

O que comprar em Guararema

Centro Artesanal Dona Nenê

O Centro Artesanal Dona Nene é um local de 70m², fechado e climatizado, onde os artesãos da cidade vendem os seus produtos, feitos em madeira, bambu, cerâmica, materiais reciclados, panos e bordados. Fica bem pertinho da Igreja Matriz.

Endereço: Rua Padre Cornélio, s/n – centro.
Horário: Quarta a sexta, das 12h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 19h. Feriados das 10h às 20h.
Entrada: Gratuita.

Alambique do Décio

Como o nome diz, é um local onde a atração principal são as cachaças e os licores. A decoração é rústica, com objetos antigos que fazem o lugar parecer também um museu pessoal.

Além de dezenas de opções de cachaças e licores, há também um restaurante que serve almoço de sexta a domingo e feriados. O prato principal é a galinhada, que é feita no tacho enorme e custa R$29,90 a vontade.

Endereço: Rua Padre Cornélio, s/n – centro.
Horário: Sexta a domingo, das 12h às 17h.
Entrada: Gratuita.
Preço dos produtos: Cachaças vão de R$ 30 a R$ 200. Os licores, de vários sabores diferentes variam de R$ 20 a R$ 35.

Onde comer em Guararema

A cidade tem poucos restaurantes no centro, mas uma boa variedade em seu pólo gastronômico a beira do rio Paraíba do Sul, perto da igreja de São Longuinho. Dessa vez não fomos até lá para conhecer, mas muitas das pessoas que falamos na cidade indicaram esse lugar, que tem restaurantes bons, com preços de médio para cima.

Alguns restaurantes ficam no centro, perto da igreja matriz. Tem alguns entre a Estação Literária e a Estação de trem, também.

Roça e Poesia

Na hora do almoço estávamos andando pelo centro e uma casa rosada chamou nossa atenção. Uma placa redonda escrito Roça e Poesia Restaurante e Cafeteria perto da porta nos convidava para entrar.

Lá dentro, um lugar pequeno que comporta 30 pessoas, bem decorado com câmeras fotográficas antigas, livros para ler enquanto espera a comida, quadros e um cheirinho gostoso de comida caseira. Escolhemos uma mesa, pegamos o cardápio e foi difícil escolher entre as opções, tudo parecia gostoso. E era mesmo, uma delícia de comida e o preço é super em conta.

Pedimos massa executiva com bolinho de carne da vovó (R$ 17,00) e bife de ancho com batata cozida, arroz e feijão (R$ 31,00). Para beber, sucos (R$ 7,00) e depois um café coado na mesa (R$ 4,00).

Endereço: Rua Coronel Ramalho, 54 – Centro.
Horário: Quinta a terça, das 10h às 18h30.

Onde se hospedar em Guararema

Vale do Sonho Hotel

Em Guararema não há muitas opções de hospedagem. No centro mesmo existe apenas uma pousada. Todas as outras pousadas, hotéis e resorts de Guararema estão afastadas 1,5 km ou mais.

Nós ficamos no Vale do Sonho Hotel e Eventos, que tem uma boa estrutura para família e descanso, com diversas opções para as crianças. O buffet do almoço é muito bom, delicioso e com boa quantidade de opções.

Guararema

Endereço: Rua João Barbosa de Oliveira, 1888 – Freguesia da Escada.
Preço: Entre R$ 275,00 e R$ 680,00 a diária/por quarto, com pensão completa (jantar, café da manhã e almoço).
Faça sua reserva online clicando aqui.

Quando visitar Guararema

Os períodos de alta temporada na cidade são durante as férias escolares, entre 1º de dezembro a 31 de janeiro e 1º a 31 de julho. Então se você quiser sossego, evite esses períodos. Final do ano a cidade fica toda enfeitada para comemorar o natal e por isso recebe muitos visitantes.

Você pode fazer um bate e volta de sampa, passar o final de semana ou um feriado prolongado. No site da prefeitura você encontra o calendário de eventos, aqui.

Como chegar em Guararema

A distância de São Paulo a Guararema é de 80 km, pela rodovia Ayrton Senna e Governador Carvalho Pinto. O trajeto é fácil e leva mais ou menos 1:15, com 2 pedágios na ida (R$ 3,20 e R$ 3,50) e 2 na volta, totalizando R$ 13,40. Tem uma parada Graal Market no km 67 da rodovia Carvalho Pinto, já bem pertinho da entrada da cidade.

#FicaADica sobre Guararema

1-  Melhor opção é ir de carro, pois na cidade há poucos táxis.

2- Existem dois roteiros que foram desenvolvidos pela cidade, a Rota 66 e a Rota Paraíba. A Rota 66 tem foco nos atrativos históricos e cultural da cidade, com visita as igrejas, portais e estação de trem. E a Rota Paraíba tem foco em atrativos de natureza e cultural, margeando o rio.

E aí? Gostou desse Bate e Volta de Sampa em Guararema? Chama a família, amigos, namorad@ para programar o próximo fim de semana em Guararema 😉

Tem dicas também de Embu das Artes e São Roque. Vem conversar com a gente nas redes sociais Facebook, Instagram,  Twitter e Youtube. Vamos amar bater um papo com você.

Salve estas dicas na sua pasta de Bate e Volta de Sampa no Pinterest. É só clicar na imagem abaixo e quando você precisar destas informações vai ficar mais fácil de achar 🙂

Bate e Volta de Sampa – São Roque, terra do vinho

São Roque é uma cidade surpreendentemente charmosa e encantadora, com um ar puro, paisagens belíssimas, clima de montanha, e muito sossego. Além disso tudo, a receptividade dos moradores faz da cidade um lugar agradável para um passeio romântico ou em família. Mas se você quiser curtir a cidade com os amigos, também tem opções muito legais.

A cidade fica a aproximadamente 60 km de São Paulo, capital. Em torno de 1h3o de carro, com transito normal. Então dá pra ir e voltar no mesmo dia, ou seja, dá pra fazer um Bate e Volta de Sampa tranquilamente.

O que fazer em São Roque

Confesso que imaginávamos que não teríamos muito o que fazer em São Roque, por ser uma cidade pequena, mas nos surpreendemos com a quantidade de opções que encontramos. Você pode optar por fazer o Bate e Volta de Sampa, ou então, ficar para curtir o final de semana.

Se você quiser também pode ir só pra relaxar no hotel e saborear a gastronomia local, pois o clima da cidade favorece e tem um restaurante melhor que o outro.

Vamos lá, falar das opções do que fazer em São Roque:

Centro de Cultura Brasital

Aqui se encontrava uma das primeiras indústrias têxteis do estado, a Brasital. Os prédios são de 1890 e hoje a estrutura é utilizada como Centro Cultural, com cursos para os moradores. Tem algumas trilhas ecológicas, mas ainda não estão sinalizadas.

O espaço todo será revitalizado para receber turistas e moradores, com museu, espaço para picnic, café, etc. Enquanto não fica pronto, vale a pena visitar para fotografar e ver a queda d’água atrás dessas construções. Se o dia estiver ensolarado vale a pena fazer a trilha, mas lembre de ir na companhia de alguém e não sair da trilha demarcada.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Av. Aracaí, 250.
Horário: Todos os dias, das 8h às 18h.
Entrada: Gratuito.

Sítio de Santo Antônio – Casa Grande e Capela

São construções importantes que guardam uma parte da história do período colonial do Brasil. O casarão e a capela foram construídos por Fernão Paes de Barros em 1650 e 1681, respectivamente.

Antes de virar patrimônio do governo e ser tombada pelo IPHAN, pertenceu a Mário de Andrade. Ele não chegou a morar no local, mas tinha vontade de transformar o casarão em uma casa de repouso para artistas. Isso não ocorreu, e por isso hoje podemos ter o privilégio de conhecer esse local.

Na frente há um grande lago, com muitas árvores ao redor e um gramado que cobre toda a área aberta. É um lugar super tranquilo, com ar leve, dá pra ouvir o canto dos pássaros e até o vento.

Hoje não existem mais as mobílias originais na casa e nem na capela, mas a capela ainda possui o altar e as belas pinturas no teto. As duas construções estão muito bem conservadas. Vale a pena fazer a visita gratuita monitorada, para entender a história do lugar e sua importância.

Do estacionamento até o casarão e a capela há uma pequena descida, com caminho calçado e alguns degraus, mas fácil de percorrer.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Est. Mário de Andrade, Km 08.
Horário: Sábados, domingos e feriados das 9h30 às 16h30. Dias da semana somente com agendamento pelo telefone (11) 4712-5664.
Entrada: Gratuito

Mata da Câmara

Se você curte fazer caminhada em meio a natureza, você vai amar a Mata da Câmara. Mas atenção, por enquanto esse passeio só é indicado para quem está acostumado a fazer trilhas e precisa ir acompanhado, pois o local não tem sinalização e nem equipe de socorro próximo. É considerada a maior reserva ecológica de Mata Atlântica da região, reconhecida pela UNESCO como patrimônio da Humanidade.

A Mata da Câmara tem um projeto para em breve instalar sinalização por toda a trilha, ter estrutura de banheiros, funcionários para monitoramento, pronto-atendimento e lanchonete. Mas enquanto não fica pronto, melhor não se aventurar se você não tem experiência em trilhas. E se você for, vá em grupo.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estr. Mario de Andrade, 1908-2036 – Jardim das Flores
Horário: Aberto todos os dias.
Entrada: Gratuito.

Acampamento Aldeia

O Acampamento Aldeia é ideal para as crianças passarem o dia, pois oferece diversas atividades e o valor de entrada inclui o almoço. Tem arvorismo, fazendinha, piscina, tirolesa, trilhas ecológicas, atividades com monitores, contação de histórias, culinária, tobomata (um tobogã morro abaixo entre as árvores), salão de jogos e várias outras atividades.

O legal desse acampamento é que você pode escolher só passar o dia ou então ficar hospedado na pousada.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estr. da Serrinha, 3000, Vila Santo Antônio
Horário: 8h às 17h.
Entrada:  Day use R$ 50,00/por pessoa, com almoço, reservado com antecedência
Site: www.aldeiaeuvou.com.br

Ski Mountain Park

Nós achávamos que o Ski Mountain Park era só a pista artificial de ski, mas chegando lá ficamos surpresos ao descobrir que na verdade a pista é apenas uma das atrações do parque. Tem teleférico, tobogã, paintball, arvorismo, arco e flecha, pista de mountain bike, lanchonetes, café, sorveteria, adega, churrascaria argentina, casa de chá e mais um monte de atrações.

É um lugar que dá pra passar pelo menos metade do dia. Além das atividades, tem uma vista belíssima de São Roque, pois é um dos pontos mais altos da cidade.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estr. da Serrinha, 1.500, Bairro Cambará.
Horário: Em janeiro e julho, de terça a domingo. Demais meses, somente aos sábados, domingos e feriados. Das 10h às 18h.
Entrada:  Confira os valores de estacionamento e dos atrativos no site www.skipark.com.br

Igreja Matriz

A Igreja Matriz é uma verdadeira obra de arte. Nas paredes e no teto há pinturas belíssimas dos irmãos Pedro e Ulderico Gentilli, além de vitrais em mosaico. Uma dica é visitar a igreja pela manhã, quando o sol bate nos vitrais do lado direito e os deixa ainda mais lindos. E atrás do altar tem uma relíquia de São Roque, que foi concedida à igreja em 1953 pelo cardeal Adeodato Piazza de Milão (Itália).

Tem até um roteiro para a apreciar as obras, que são apresentadas da seguinte maneira: nas laterais estão os Sacramentos e Evangelistas e o Pai-Nosso; no meio estão as Virtudes Teologais; no presbitério, altar principal, estão as Alianças, Elias, São Roque na prisão e o Nicho de São Roque; e em cima da entrada principal está o Coral.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Praça da Matriz, s/n, centro.
Horário: As missas acontecem de terça, quinta e sexta às 18h. Sádado às 19h. Domingo às 7h30, 9h e 19h.
Entrada: Gratuita.

Vinícolas na Rota do Vinho

Um dos principais atrativos de São Roque é o roteiro do vinho. São 34 atrativos nessa rota, e entre eles estão restaurantes, vinícolas/adegas, destilarias, lojas de produtos típicos, pousadas e atividades de lazer e entretenimento.

Impossível conhecer tudo em uma única visita na cidade. Por isso, vamos contar um pouquinho de cada um dos que conseguimos visitar.

  • Vinícola Bella Aurora

Essa vinícola é uma graça, tem um espaço com uma bela vista, para tomar um café ou vinho, além de um parquinho lindo para as crianças feito com reaproveitamento de barris e um jardim muito bonito com caminho para o vinhedo.

Uma dica é chegar cedo para tomar café da manhã aqui. Os produtos e bebidas são produzidos por eles e você pode comprar para levar pra casa. Uma pena não ter visitação para conhecer a vinícola, mas vale a visita pela vista e pelos produtos vendido lá.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Rod. Raposo Tavares, km 56,5.
Horário: Todos os dias das 8h às 17h30. 
Entrada: Gratuita.
Preço dos produtos: Vinhos garrafa de R$ 11,00 a R$ 23,00 e garrafões de R$ 40,00 a R$ 60,00. Sucos de R$ 15,00 a R$ 28,00. Moscatel R$ 23,00. Licor cremoso R$ 30,00. Opções de fazer rótulos personalizados em garrafas de 50 a 720 ml.
Site: bellaaurora.com.br

  • Vinícola Canguera

Essa vinícola tem um pequeno museu do vinho com várias ferramentas muito bem conservadas, que eram utilizados a muitos anos atrás na produção da bebida. Ao lado do museu está o restaurante Vila Canguera e a adega, que é muito bonita.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estrada do Vinho, km 8 – bairro Canguera.
Horário: Todos os dias das 9h às 17h30. 
Entrada: Gratuita.
Site: www.vinhoscanguera.com.br

  • Vinícola Góes

Essa vinícola é uma das mais visitadas em São Roque. Além de um espaço bonito, bem decorado e amplo, eles oferecem uma estrutura muito boa com loja de vinhos de mesa, loja de vinhos finos, espaço gourmet (eventos), Boteco do Batata, Giullian’s licores e cachaças, Giullian’s chocolate, restaurante Vale do Vinho, loja de souvenir, loja de produtos locais, café e espaço kids.

Aqui você pode conhecer todo o processo da fabricação do vinho com uma visita monitorada que dura 1h20 e custa R$ 35,00, sendo que desse valor, R$ 10,00 você pode reverter em compras. E também tem a degustação orientada que custa R$ 15,00.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estrada do Vinho, km 9, Bairro Canguera.
Horário: Todos os dias das 8h30 às 18h00.
Preço dos produtos: www.vinhosgoes.com.br
Site: www.vinicolagoes.com.br

Fazenda Angolana

A Fazenda Angolana é uma atração que junta vida rural e gastronomia. Sentimos bastante o clima de fazenda e vimos bem de perto a criação de diversos animais, como coelhos, cães, cavalos, avestruzes, pavões, vacas, galinhas, cabras. São ao todo 150 espécies de animais. Tem até lhama!

O lugar é bem para família, tem playground, piscina de bolinhas e cama elástica para as crianças. Na hora da fome, se você quiser algo rápido e mais em conta, tem o restaurante de buffet self service, agora se você tem mais tempo e está disposto a ter uma experiência gastronômica, escolha o restaurante a la carte, onde a especialidade é o coelho ao molho especial de vinho e champignon, receita do sr. Ludovic, dono do lugar. Lá na fazenda tem também cafeteria e lojinha de artesanato e lembranças.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estrada da Angolana, nº 257
Horário: Sextas, sábados, domingos e feriados das 9h00 as 17h00. Janeiro, Julho e Dezembro abre todos os dias.
Entrada: Gratuita. Ingresso mini-zoo R$ 8,00 por pessoa.
Restaurante: Buffet R$ 42,00 por pessoa (de 6 a 10 anos R$ 20,00). Coelho ao molho especial R$ 97,00 para 2 pessoas.
Site: www.fazendaangolana.com.br

Clube Come Together

Há muito tempo não íamos a um lugar tão bacana pra curtir uma música ao vivo. Se você é da turma que curte um bom rock, MPB e tributos, vai amar conhecer o Clube Come Together. É o lugar certo pra encerrar o dia em São Roque.

O lugar já surpreende na entrada: foi instalada no porão de um antigo casarão com mais de 100 anos. A estrutura foi preservada e a decoração é bem original.

O Clube Come Together nasceu para reunir os amigos em volta de longas mesas, para um bate papo ouvindo uma boa música, enquanto provam os comes e bebes preparados ali. A ideia deu tão certo, que é um dos lugares mais queridinhos da cidade.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Rua Marechal Deodoro, 123, Centro.
Horário: De quarta a sexta das 18h à 00h e sábado das 12h à 00h. Confira a agenda de shows no site.
Preços: Sexta e sábado a partir das 19h a entrada custa R$ 15,00. Quarta e quinta somente consumo.
Site: www.clubecometogether.com.br

Viu como tem muita coisa pra fazer? Isso que nos falaram que tem mais lugares que não visitamos ainda. É claro que não dá pra fazer tudo isso em um dia, mas dentre as opções você pode escolher as que mais se identifica. E depois, se você mora pertinho, é só voltar outras vezes.

O que comprar em São Roque

O que você vai encontrar em São Roque são muitas opções de vinho e produtos coloniais, como salames, queijos, geleias, compotas, conservas, biscoitos caseiros, pimentas, etc.. Você encontra esses produtos nas vinícolas e em alguns restaurantes e os valores são aproximadamente os mesmos em todos os lugares.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Onde comer em São Roque

  • Vila Don Patto

A Vila Don Patto merece uma visita com tempo, para você aproveitar tudo que ele oferece. Pra você ter uma ideia do tamanho desse lugar, tem restaurantes com culinária portuguesa e italiana, que representam as origens da família, loja de artesanatos, cafeteria, grelhados, sorveteria, chocolateria, casa do milho verde, adega com vinhos nacionais e importados, empório com produtos caseiros, padaria, lounge, monorail, bate-bóia, big jump, playground, quadriciclos, cama elástica, veleiro Eollo e uma coisa suuuuper legal que é o redário, para tirar uma soneca depois do almoço (um beijo pra quem teve essa ideia :D).

É um lugar charmoso, agradável, muito bonito, com cuidado aos detalhes, funcionários atenciosos e bom café, só faltou provarmos os restaurantes, que ficaram para um próxima visita. Ficamos encantados com o lugar.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Estrada do Vinho, km 2,5
Horário: Segunda a quinta das 9h às 16h, sexta e sábado das 9h às 23h, domingo 9h às 18h.
Entrada: Gratuita.
Preço dos produtos: Vinhos da casa de R$ 16,00 a R$ 43,90. Vinhos de Portugal de R$ 39,90 a 49,90. Espumante R$ 70,00.
Restaurantes: Português com petiscos a partir de R$ 26,00 até pratos de R$ 210,00 (para 2 pessoas). Restaurante italiano com rodizio de massas por R$ 70,00 e pratos de R$ 25,00 a R$ 80,00.
Site: www.viladonpatto.com.br

  • Quinta do Olivardo

Um restaurante com comida portuguesa com certeza. Para quem gosta ou quer conhecer as comidas típicas de Portugal e dos Açores, esse é o lugar certo. Com muita dedicação e entusiasmo, o proprietário Olivardo e sua família procuram resgatar a história e tradições de suas raízes.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Almoçamos lá a Espetada Madeirense, que é carne bovina espetada no galho de louro e assada na brasa, que e acompanha arroz, salada, pão português e milho frito. É uma delícia, o galho de louro tempera a carne de dentro para fora. E a sobremesa, adivinhem… Sim, pastel de belém!!

Endereço: Estrada do Vinho, km 4
Horário: Segunda a quinta das 9h30 às 17h30, sexta e sábado das 9h30 às 22h, domingo 9h30 às 19h.
Preço: Entradas a partir de R$ 7,00; lanches a partir de R$ 14,00; pratos principais entre R$ 47,00 e R$ 188,00 para duas pessoas (Espetada Maideirense R$ 121,00), Pastel de Belém R$ 7,00
Site: www.quintadoolivardo.com.br

  • Fazendinha Santa Adélia

A alcachofra é o ingrediente típico de São Roque e o lugar certo para prová-lo numa comida diferente é a Fazendinha Santa Adélia, que no jantar das sextas-feiras oferece rodízio de pizzas e de pastéis. Além de sabores tradicionais, a pizza de alcachofra e o pastel de alcachofra são os preferidos. O sabor é surpreendente! É leve e bem característico. E as pizzas doces são deliciosas, feitas com massa folheada. Prove a pizza de torta de maçã e depois comente aqui 😉

Em outros dias e horários, o lugar vira restaurante buffet vegetariano, e para quem não é vegetariano, há opções de carne a la carte. Tem também fazendinha com playground e criação de animais. A loja vende produtos de fabricação própria de compotas de frutas, doce de leite, mel, geleias, queijos, conservas, licores e cachaças.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Rua Benedito Silvino de Camargo, 400, Bairro Canguera
Horários: Restaurante – sábado, domingo e feriados das 11h30 às 16h. Pizzaria – toda sexta-feira das 19h às 23h. Lanchonete – sexta à domingo e feriados das 9h às 18h. Loja – terça à domingo e feriados das 09h às 18h.
Preços: Rodizio de pizza e pastéis R$ 39,90. Buffet a vontade R$ 29,90 (de 6 a 10 anos R$ 17,00). Carnes a la carte entre R$ 34,00 e 58,00.
Site: fazendinhasantaadelia.com.br

  • Restaurante Deodoro

Visitamos o restaurante Deodoro, mas não jantamos lá pois já tínhamos jantado no hotel. Fomos mais para conhecer o local e conversar com o chef Rodrigo Caramori.

O Deodoro tem um ambiente rústico que combina com o clima aconchegante. Tocava MPB ao vivo, que deixava o ambiente bem calmo. As noites quentes são um convite para jantar ao ar livre, nas mesas do jardim.

Da comida não podemos falar muito, mas pelo que vimos os garçons trazerem, deu água na boca. Servem porções, carnes, massas, aves e risotos.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Av. dos Bandeirantes, 361, Jd. Bandeirantes
Horário: Terça-feira a sábado das 11h as 23h, domingo das 11:30 as 16h
Preço: Almoço executivo R$ 22,00 / Jantar a la carte: entradas a partir de R$ 18,00; pratos principais entre R$ 45,00 a R$ 162,00; sobremesas a partir de R$ 16,00
Site: www.deodorogastronomia.com.br

  • Emporium Bandeirantes

O Emporium Bandeirantes é um lugar agradável para reunir os amigos, ouvir música ao vivo, pedir algo para petiscar e tomar um bom vinho. Do lado de dentro tem um sofá e a adega, onde você pode escolher seu vinho, suco de uva e alguns produtos coloniais. Os pratos do cardápio levam nomes que remetem a história dos bandeirantes. Sábado é servido feijoada no almoço e no domingo, café da manhã.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Esquina da av. dos Bandeirantes com a rua Bento Antônio Pereira.
Horário: Segunda, terça, quinta e sextas das 16h as 23h30, sábado das 11h às 23h30, domingo das 8:30 às 22h.
Preço: Almoço (sábado) R$ 26,90 a vontade. Café da manhã (domingo) R$ 12,90 a vontade. A la carte entre R$ 5,00 (petiscos) a pratos para até 3 pessoas por R$ 96,90.
Página no Facebook: facebook.com/Emporium-Bandeirantes

  • Espaço Gourmet

Quando estiver pelo centro de São Roque, uma boa opção para almoçar é o Espaço Gourmet, que fica ao lado da Igreja Matriz. A comida é por kilo com preço acessível, com boa variedade de pratos frios e quentes, tudo muito saboroso (o bife à parmegiana estava uma delícia).

O ambiente é bem acolhedor, típico de cidade do interior. Além do restaurante, o lugar conta com cafeteria, que serve doces lindos. Provamos a torta de limão, doce no ponto, azedinha no ponto. É parada obrigatória no seu roteiro no centro, nem que seja só para tomar um cafezinho.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Rua Sete de Setembro, 46, Centro
Preço: R$ 44,90/kg durante a semana e R$ 49,90/kg durante o fim de semana
Horário: Segunda à sexta das 08h às 16h, sábado das 08h às 15h30, domingo das 11h às 15h30
Site: www.espacogourmetsaoroque.com.br

  • Pátio Corina

O Pátio Corina é um espaço bem legal no centro da cidade. É um centro de compras e lazer com amplo espaço aberto. Lá os destaques gastronômicos são (entre outros) os restaurantes: Benê Frutos do Mar, que tem decoração bem praiana e música ao vivo, e serve pratos rápidos, porções e peixes; Costela Santa, que é uma churrascaria renomada e também serve porções e lanches; e o The British Burger, uma hamburgeria com decoração bem descolada, atraindo principalmente jovens.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Av. Antonino Dias Bastos, 21, 35, 37, Centro
Site: www.patiocorina.com.br

Onde se hospedar em São Roque

São Roque fica super perto de São Paulo, mas se você quiser curtir a cidade e passar o final de semana, indicamos os seguintes hotéis:

Hotel Cordialle

Opção para quem quer ficar pertinho do centro da cidade com conforto. Nós ficamos hospedados nesse hotel e foi uma boa experiência. Tem café da manhã com boa variedade de comida e bebidas, bom atendimento, boa infraestrutura com academia, piscina e pequena sala de cinema, quarto confortável, WiFi gratuito e estacionamento gratuito.

Me Leva De Leve - Bate e Volta de Sampa - São Roque

Endereço: Rua Sotero de Souza, 500, Centro.
Preço: Entre R$ 200 e R$ 400 a diária/por quarto. Com café da manhã incluso.
Faça sua reserva online aqui.

Hotel Alpino

O hotel Alpino é tradicional na cidade e costuma receber celebridades por ser mais retirado e com ampla infraestrutura. Nós fomos lá conhecer e achamos o hotel aconchegante, com ar rústico, estilo de fazenda e conforto.

Tem várias atividades para crianças e um museu de cera que é um achado incrível. São personagens da História do Brasil que foram feitos por escultores do Museu Madame Tussaud em Londres. Mesmo que você não se hospede no hotel, pode visitar agendando pelo telefone (11) 4784-8411 com Mércia.

Endereço: Rod. Raposo Tavares, Km 58.
Preço: R$ 490 a diária/por quarto, com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar).
Faça sua reserva online aqui.

Villa Rossa

O Hotel Villa Rossa é o maior e mais luxuoso hotel de São Roque. São 85 apartamentos e 18 lofts, além de estrutura de lazer de lago com diversas atividades como pedalinho e tirolesa, campo de golfe, 3 piscinas, SPA, sauna, quadras poliesportivas, quadras de tênis, sala de sinuca e cartas, clubinho para crianças, academia, playground e cinema.

Endereço: Rodovia Raposo Tavares, KM 55 / Rua Cora Coralina, 350 – Vila Darcy Penteado
Preço: R$ 1200 a diária/por quarto com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar).
Faça sua reserva online aqui.

Há mais opções de hospedagem em São Roque e você pode conferir aqui:  booking.comhoteis.com ou trivago.com.br

Quando visitar São Roque

Os meses de alta temporada são dezembro, janeiro e julho, e alguns dos eventos de São Roque são: Carnaval de rua com blocos (fevereiro ou março), Romaria dos Cavaleiros de São Jorge (maio), Festa da Cultura Italiana e Festa das Nações (junho), Festival de Cerejeiras Bunkyo – Sakura Matsuri e Festival de Inverno (julho), Entrada dos Carros de Lenha (agosto), Expo São Roque Alcachofras e Vinhos (outubro) e Natal Iluminado (dezembro).

Como chegar em São Roque

São Roque fica a 60km de São Paulo, por isso é muito fácil fazer um bate e volta. Na ida usamos a rodovia Raposo Tavares e na volta a rodovia Castelo Branco. Para ajudar na sua escolha, a Raposo Tavares tem muitas curvas e a velocidade máxima é menor do que a da Castelo Branco. A distância pela Raposo Tavares é menor, mas o trajeto é mais demorado, pois a Castelo Branco tem muito mais trechos retos, com mais faixas de rodagem.

Para ir de ônibus, saindo de São Paulo, há uma linha entre o terminal Barra Funda e São Roque, porém, não aconselhamos. Chegando em São Roque, você terá que pegar táxi para todo lugar e vimos pouquíssimos táxis na cidade. Assim, você perderá tempo e gastará muito. Por isso, vale mais ir de carro, mesmo se for alugado.

#FicaADica sobre São Roque

1- Muitos dos lugares que visitamos tem uma estrutura rústica, em dia de chuva chega a formar barro em alguns atrativos, então melhor evitar calçados brancos e de salto. Deixe para usar a noite, quando for jantar em um restaurante do centro ou no Come Together 😉

2- Como já dissemos, o clima é de montanha, então faz frio na cidade no inverno, também no outono e primavera. Confira a previsão do tempo antes de ir, mas deixe levado roupa de frio (mesmo no verão) e guarda-chuva.

3- Melhor opção é ir de carro, pois na cidade há poucos táxis. Se não tiver um, alugue.

Então é isso minha gente, mais um destino para você curtir um Bate e Volta de Sampa. Você vai amar conhecer São Roque!!

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Conte nos comentários qual seu lugar preferido e suas dicas para um Bate e Volta de Sampa. Ajude outros viajantes também 😉

Julia e Douglas viajaram a convite da Divisão de Turismo da Prefeitura da Estância Turística de São Roque.

Salve estas dicas na sua pasta de Bate e Volta de Sampa no Pinterest. É só clicar na imagem abaixo e quando você precisar destas informações vai ficar mais fácil de achar 🙂

Bate e Volta de Sampa – Embu das Artes, a charmosa terra dos artistas

Oi gente, tudo bem?

Hoje inauguramos a seção Bate e Volta de Sampa, para mostrar o que tem de bacana próximo a cidade de São Paulo e que dá para visitar em um dia (ou se quiser mais tranquilidade, em um final de semana).

Assim, se você mora por aqui ou está visitando a cidade, também pode aproveitar para conhecer esses outros lugares super bacanas.

Ah, não conhecemos tudo ainda, então, se você tiver sugestões, escreva no comentário no final deste artigo 🙂

Embu das Artes

Estreamos a seção com uma cidade pequena, charmosa, turística e considerada terra dos artistas. Estamos falando de Embu das Artes, distante uns 30 km de Sampa, aproximadamente a uma hora de carro. Dá para ir e voltar no mesmo dia.

A cidade encanta por causa da arquitetura típica dos tempos do Brasil Colônia e todo tipo de arte espalhada pelo centrinho histórico.

O que fazer em Embu das Artes

A principal atração de Embu das Artes é o centro histórico, onde você encontrará o Largo Vinte e Um de Abril, local que recebe a feira de arte e artesanato, que atrai entre 15 e 30 mil visitantes todos os finais de semana e feriados.

Em torno de 800 artistas/expositores estão cadastrados na prefeitura, então dá pra imaginar o tamanho da feira.

Além dessa feira, existem barraquinhas e lojas nas ruas de pedestres do entorno (Rua Joaquim Santana, Rua Boa Vista e Travessa Marechal Isidoro Lopes) e lojas nas ruas abertas a circulação de carros (Rua Belo Horizonte, Rua Domingos de Pascoal e Rua Siqueira Campos). Elas vendem de tudo um pouco, mas sempre com toque artístico que dá fama à cidade.

Os itens mais encontrados são mobílias de madeira rústica, decoração feita de ferros e madeira, cabideiros, ganchos, quadros com frases e desenhos retrô, pinturas, cestos e caixas de vime, bijuterias…

Nós fomos em busca de decoração para nossa casa, então não olhamos todas as lojas. Dessa vez as lojas que mais gostamos foram:

A Baronesa Artesanato

Na loja A Baronesa você encontrará itens de decoração, a maioria feita de madeira ou ferro. Tudo é muito colorido e alegre.

Rua Joaquim Santana, 93

King Artesanato

A loja King Artesanato vende itens semelhantes à loja A Baronesa, porém em um espaço um pouco menor. Tem peças que podem ser encomendadas se você quiser um pouco mais personalizada.

Largo dos Jesuítas, 70

Casa Jabuticaba

Já falei que sou viciada em Jabuticaba? Então, na Casa Jabuticaba tem geléia da fruta e… vinho de jabuticaba 😀 Claro que eu comprei…

Rua Boa Vista, 77 e Rua Nossa Senhora do Rosário, 42

Atelier Leonidas

No Atelier Leonidas você encontrará lindos quadros e pinturas. Nós quase levamos pra casa esse aí com os pontos turísticos de São Paulo… Faltou o $$ hehehe

Rua Nossa Senhora do Rosário, 71

Pino Giacobini Artes

Loja de decoração vintage, com temas variados e destaque aos itens de carros e motos. Tem uns quadros bem legais a preços ótimos, a partir de R$ 20,00.

Rua Nossa Senhora do Rosário, 86

Empório King

Loja com bastante itens do Divino Espírito Santo, cabideiros de vários tipos e tamanhos e outros elementos decorativos.

Rua Joaquim Santana, 41

Viela das Lavadeiras

Andando pela rua de pedestres, você vai se deparar com a singular Viela das Lavandeiras, que é muito charmosa. É uma viela íngreme e bem estreita, que liga a parte mais alta do centro histórico (Rua Boa Vista) a parte baixa (Rua Siqueira Campos).

Na viela você encontra lojas lindas de decoração e móveis, restaurante, música ao vivo e pinturas belíssimas nas paredes que geram filas para tirar fotos.

Na Rua Siqueira Campos, aos domingos, tem feira de flores e plantas ornamentais.

Largo dos Jesuítas

O centro histórico de Embus das Artes também tem algumas opções de museus que você pode visitar, como o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas. Fica no Largo dos Jesuítas, junto a feira de arte e artesanato.

Muito fácil de encontrar pois é ponto de referência. Em um dia de passeio você passará algumas vezes por ele.

Onde comer em Embu das Artes

São várias opções de restaurantes no centro histórico, desde de comidas brasileiras caseiras até alemã e japonesa. E a maioria dos restaurantes tem música ao vivo, afinal estamos na terra dos artistas.

Muitos restaurantes oferecem a opção de mesas ao ar livre, mas nem todos tem ar condicionado na área interna, o que é um ponto negativo para o calor que faz lá no verão. Em compensação, o atendimento é muito gentil e atencioso.

Nós experimentamos os seguintes lugares:

O Casarão restaurante e choperia

Como o nome já diz, o restaurante fica em um antigo casarão. Serve almoço e jantar com opções de pratos individuais, para dois ou tamanho família. A noite também é servido pizza.

A comida é boa e pratos bem servidos, o único porém é o atendimento que é muito lento, então, vá sem pressa para comer.

Minha sugestão é provar o bolinho de abóbora e carne seca, é uma delícia, bem sequinho e a porção é generosa.

Preços dos pratos: Entre R$ 23,90 a R$ 135,00 e as bebidas de R$ 4,00 a R$ 78,00.
De quinta e sexta, das 17h a 1h e de sábado e domingo, das 12h a 1h.
Endereço: Rua Joaquim Santana, 12 – centro.

Bolaria Melhor Pedaço

Uma ótima pedida para um café da tarde com opções de bolos caseiros sem conservantes, sobremesas, salgados e cafés. E também serve almoço nos finais de semana.

Endereço: Largo 21 de Abril, 181 – centro.
De terça a domingo, das 10h às 19h.
Preços dos bolos e salgados: Entre R$ 3,50 a R$ 28,00 e as bebidas de R$ 4,00 a R$ 10,00. Almoço combo por R$ 35,00.

Onde se hospedar em Embu das Artes

Não ficamos hospedados em Embu das Artes, fizemos o bate e volta no mesmo dia, mas vimos pousadas charmosas por lá. Você pode pesquisar as opções, preços e disponibilidade aqui no Booking.comHoteis.com ou Trivago.

Quando visitar Embu das Artes

Você pode visitar a cidade durante o ano inteiro, em qualquer dia da semana. Agora, se você pretende conhecer e fazer compras na feira de arte e artesanato, ela só acontece aos finais de semana e feriados, das 9h às 18h.

Domingo é quando a maioria dos turistas visitam a cidade, então tudo fica super cheio, os estacionamentos, as ruas, as lojas e os restaurantes. Aos sábados o movimento é menor, melhor pra quem não curte muvuca.

Como chegar em Embu das Artes

Embu das Artes fica aproximadamente 30km de São Paulo. Para chegar lá a melhor opção é pela Rodovia Régis Bittencourt (BR 116). Você pode estacionar na rua mesmo ou em estacionamento, que custa entre R$25,00 e R$ 35,00 a diária.

#FicaADica sobre Embu das Artes

1- Dá pra cansar as pernas de tanto andar, então a dica é ir com roupas e calçados confortáveis. Amigas, querem uma dica? Cuidado com o salto, pois as ruas são de paralelepípedos 😉

2- Levar dinheiro para as compras ajuda na hora de negociar os preços, mas a maioria das lojas aceita pagamento com cartão de débito e crédito. Caso precise sacar dinheiro, vimos vários caixas eletrônicos do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Caixa Econômica.

Então é isso, está inaugurada a seção Bate e Volta de Sampa. Você vai amar as próximas dicas!!

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Até a próxima 😉
Bjs,
Ju

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