Gastos da viagem

Gastos da viagem: essa era uma das maiores dúvidas que tivemos quando estávamos planejando a viagem.

Sabíamos que viajar pela Ásia era barato. Mas quanto?!?!

Lemos muitas histórias de viajantes extremamente econômicos. Também conseguiríamos?!?!

Pesquisamos bastante na internet, lemos guias de viagem e perguntamos também para outros viajantes independentes. Essas conversas foram muito importantes para ganhar confiança para encarar uma grande viagem pelo exterior.

Fizemos muitos amigos, que nos ajudaram a ter uma ideia do quanto gastaríamos na viagem. Aos poucos as nuvens de incertezas foram se dissipando e conseguimos traçar o orçamento. Mas tudo ainda era teoria para nós.

O mapa do mochilão foi 'espetado' muuuitas vezes em muuuitos lugares diferentes, até fecharmos o roteiro
O mapa do mochilão foi ‘espetado’ muuuitas vezes em muuuitos lugares diferentes, até fecharmos o roteiro

Conseguiríamos mesmo viajar gastando pouco??? Vontade não faltava, mas às vezes o orçamento previsto não condiz com a realidade e com as necessidades humanas que surgem ao passar do tempo na estrada.

Economizar por uma semana é possível. Dormir em hotéis simples (às vezes sujos e mal-cheirosos) é possível. Mas por quanto tempo?!?! Uma semana, duas, três.

Aguentaríamos por 132 dias?

Por causa disso, depois de feito o orçamento, acrescentamos alguns dólares por dia. Quando pensamos nos custos, devemos lembrar que, viajando ou não, temos o custo básico de alimentação. Portanto, para não desanimarmos ao calcular os custos de alimentação, devemos subtrair o custo que temos no nosso dia-a-dia quando não estamos viajando.

Feito isso, descobriremos que os gastos no sudeste asiático são quase iguais aos gastos em casa. Então…

Pesquisar o preço dos hotéis e alimentação é relativamente mais fácil do que pesquisar o preço dos transportes. Como saber quanto gastaremos com o transporte dentro das cidades para os passeios? É complicado.

Onde foi possível, andamos a pé! Onde foi possível, pegamos ônibus urbano. Onde foi possível, alugamos bicicleta. Incluímos o transporte no orçamento, mas foi um valor “chutado”.

Para economizar, usamos táxi só quando foi extremamente necessário.

Foi uma boa opção, pois se tivéssemos usado muito táxi, aconteceriam muito menos coisas interessantes no nosso dia-a-dia.

Para a nossa alegria a teoria se mostrou real! Realmente é barato viajar pelo sudeste asiático e pela Índia. Em Dubai, nem tanto, mas também é possível…

Nossos gastos ficaram dentro do orçamento, com exceção do imprevisto na chegada à Dubai.

Durante a viagem muitas pessoas entraram em contato conosco e sabem qual foi a principal dúvida? Os custos…

É por isso que iremos escrever um pouco sobre esse assunto aqui no blog.


Para planejar um mochilão na Ásia

Opções de hotéis para escolher e reservar agora pelo Booking. Confira aqui.
Opções de seguro de viagem, com comparativo de preços. Confira e contrate aqui.

Agradecimentos

 

O sonho é desde a infância e acreditamos que todos um dia já sonharam: Viajar o mundo.

Nós já sonhávamos antes mesmo de nos conhecermos.

Os anos passaram, crescemos, nos conhecemos e nossos sonhos se uniram. Decidimos passar do sonho para a realização.

Dia 31 – 09/8: Fim de Bali, fim das Rúpias, sem grana pro transporte

Acordamos cedo e arrumamos as mochilas para ir embora de Bali. Achamos que esse dia seria triste, mas a curiosidade de conhecer outros lugares nos deixa empolgados com o fim desse trecho da viagem.

Ficamos esperando o tiozinho do Nasi, mas ele não veio. Então compramos um Nasi de uma tiazinha que estava vendendo na rua. Meio suspeito o Nasi dela, mas comemos mesmo assim…

Dia 30 – 08/8: Um mês na estrada

Caminhamos pela rua Legian até a Kuta Square filmando e fotografando o cotidiano de Kuta. Comemos num fast food para ganhar os brindes para dar de presente para crianças pobres que encontrarmos durante a viagem.

Andamos pela rua Dewi Sartika, que fica ao sul da Kuta Square e a cidade logo mudou de cara. Aqui não parece Bali, parece um destino turístico qualquer, que poderia ser parte de um país qualquer. Não tem identidade, não é marcante e não tem graça…

Dia 29 – 07/8: Dia de cerimônia religiosa

Acordamos com o vendedor de Nasi oferecendo sua comida. Uns dias atrás falamos que era Nasi Goreng, mas não é, na verdade é Nasi Campur. Compramos 2 de omelete e 1 de frango para comer no almoço.

Filmamos os funcionários do hotel e pedimos para eles dizerem algo. Eles só falaram palavrão em português. Por que os brasileiros sempre ensinam palavrão para os estrangeiros??? Nenhum balinês quis ensinar palavrão para nós…

Dia 27 – 05/8: Tanah Lot

O café da manhã do hotel é café ou chá, torrada com margarina e geléia, ou panqueca de banana ou sem nada, ou jaffle de banana ou de abacaxi. Tudo muito saboroso e bem feitinho.

É difícil achar copos e talheres completamente limpos aqui no hotel. Só porque o hotel é barato eles não lavam direito?!

Dia 26 – 04/8: Cuidado com o que você fala

Hoje no café da manhã um dos funcionários do hotel veio falar sobre o transporte para o Tanah Lot, falamos que ainda estava caro e que não iríamos hoje. Ele ainda insistiu para darmos o nosso preço, mas como não tínhamos noção nenhuma dos preços de transporte resolvemos não arriscar nenhum valor antes de pesquisar na rua.

Ele desistiu e nos deixou tomar o café da manhã.

Dia 19, 20, 21 e 22 – 28/7~31/7: Doentes no paraíso de Gili Meno

Desde o dia que saímos de Bali eu não estava muito bem, mas hoje fiquei ruim de verdade. 38 graus de febre e dor de cabeça forte. Além disso uma virose das brabas, provavelmente daquele restaurante sujo de Bali…

Dia 17 – 26/7: No balanço do mar, rumo às Ilhas Gili

Ilhas Gili. Começou cedo a empreitada para chegar lá. Às 6:00 nós acordamos e às 6:10 o motorista da van já estava batendo na porta do quarto. A mulher que vendeu o bilhete disse que a saída era entre 6:30 e 7:00.

Sei lá… Corremos e às 6:20 estávamos prontos. Sorte que compramos o café da manhã um dia antes. Fomos comendo no caminho.

Dia 15 – 24/7: A culpa é do Tico?

Acordamos cedo e logo saímos. O Tico e o André foram pegar onda e nós ficamos de bobeira pelas ruas, andando nas lojinhas de Kuta.

Me Leva de Leve Bali 15 (3)

Almoçamos só nós dois e percebemos que o atendimento foi bem melhor, com sorrisos e tudo mais que um visitante espera. A culpa da falta de simpatia das garçonetes era do Tico ou do André? Ou dos dois??? Sei lá…

Dia 14 – 23/7: Snorkelling, para-sailing e banana-boat

Hoje foi dia de snorkelling, por isso acordamos cedo. Às 9 chegou a van para levar a gente até Sanur. A van era muito velha, a porta de trás não tinha forro e não fechava direito, a saída do ar estava colada com fita crepe, o insulfilm estava todo rasgado. Fazia muito barulho. Pelo menos o motorista não era doidão.

Passamos em outro hotel para pegar a Tereza e a Letícia, 2 amigas do André que vieram do Japão.

Dia 13 – 22/7: Curto-circuito no terceiro andar

Depois de ontem sem fazer nada, acordamos cedo para aproveitar o dia. Às 9 horas fomos dar uma volta na praia. A brisa do mar de Bali tem algo diferente, traz paz e calma. Muita calma.

Kuta tem areia macia e clara. De tantos em tantos metros tem uma árvore com boa sombra. É um local perfeito para descansar.

Me Leva de Leve - Mochilão Indonésia 13 (4)

Hoje, de novo, ao olhar para a linha do horizonte, imaginamos o tsunami e se daria tempo de fugir se viesse aquela onda gigante. Sem chance, aqui é tudo reto, teríamos que entrar correndo em algum prédio de pelo menos 3 andares. Isso é outra coisa difícil de achar. Difícil ver prédios por aqui.

Me Leva de Leve - Mochilão Indonésia 13 (1)

Na volta passamos nas lojinhas e depois do almoço passamos de novo nas lojinhas. Ver as lojinhas de Bali é muito interessante. Percebe-se a cultura dos balineses, apesar de provavelmente ser um pouco modificada por causa das relações com os turistas.

Em todo lugar tem lojinhas, principalmente nas ruas Poppies I, Legian e Poppies II, mas os produtos são basicamente os mesmos. Cangas, camisetas, bermudas, vestidos, saias, artesanato em madeira, pinturas, cds, dvds, bijuterias e artigos de prata.

Só muda o vendedor e o preço dependendo da cara do turista.

Me Leva de Leve - Mochilão Indonésia 13 (3)

Eles costumam perguntar se é a primeira vez em Bali, quantos dias você está aqui, em qual hotel você está, de onde você é. E pelas respostas, eles estipulam os preços.

Todo dia me confundiram com balinês. Eles ficam falando na língua deles comigo e eu fico viajando. Depois eles perguntam de onde sou. Haha, é engraçado a cara de espanto deles ao saber que não sou balinês.

Quando a gente fala que é do Brasil eles ficam mais simpáticos, isso é automático…

Acertamos o passeio de amanhã com o tiozão que só ouve blues o dia todo. A agência dele é bem pertinho do hotel. Ele é um daqueles que veio a Bali e nunca mais quis ir embora. Tem várias dessas pessoas aqui. Dá vontade mesmo de ficar.

Quando chegamos no hotel estava tudo escuro. O menino balinês falava e falava e gesticulava e a gente não entendia nada. Ele veio há pouco de Jakarta e não fala língua estrangeira.

Depois de uns 5 minutos conseguimos entender que parte do hotel tinha pego fogo. Pegamos a chave e corremos para ver como estava o nosso quarto. Nem deu para ver porque estava muito escuro. O fogo foi em um quarto do terceiro andar e a gente está no primeiro.

Deu um curto-circuito no banheiro e a fiação pegou fogo. O cheiro de queimado tomou conta de todo o hotel. Depois de meia hora que a gente chegou a luz voltou. Só eu gritei. Se fosse no Brasil seria a maior gritaria…

A Jú está querendo mudar de hotel porque nossa lâmpada do banheiro queimou 2 vezes em 1 semana e o teto está preto perto dela. Pode ser que dê um curto circuito no nosso quarto também.

Para completar, a Jú perdeu o anel que comprou 2 dias atrás. O anel já tinha virado um xodó.

Dormimos cedo para aproveitar bem o dia de amanhã.

Dia 12 – 21/7: Dia do cochilo, da preguiça, do descanso em Kuta

Acordamos tarde por causa da balada de ontem e perdemos o café da manhã.

Já era hora do almoço, então fomos de novo no Warung Linggar, em Kuta mesmo. A comida é barata, mas resolvemos economizar mais ainda. Por isso pedimos uma garrafa de água grande para todos ao invés de suco. Pedimos o prato mais barato e o mais tradicional, o Nasi Goreng, que é arroz frito com legumes e um ovo frito para acompanhar.

Dia 11 – 20/7: Dia de praia e balada em Kuta

Como tínhamos combinado que hoje seria dia de balada em Kuta, acordamos tarde, bem tranquilos. Tomamos café da manhã, panqueca de banana e chá. O Tico já tinha saído para Ubud de moto para comprar correntes de prata. Eu, o Douglas e o André ficamos aqui em Kuta.

Na mesa do café encontramos um remédio para febre, que devia ser de algum brasileiro, pois estava escrito numa etiqueta em português: tomar 30 gotas.

Dia 10 – 19/7: Trocando dinheiro com os nativos em Kuta

Acordamos tarde. Enrolamos para sair da cama. Tomamos café tarde. Demos folga a nós mesmos!!!

Um balinês veio vender artigos de prata aqui na porta do hotel. Ele viu que eu estava usando um corrente e perguntou quanto paguei. Respondi. Ele disse que não era de boa qualidade, a dele sim era boa… lógico, como não, pensei…

Dei uma olhada, mas estava muito acima do que paguei em Ubud.

Dia 8 – 17/7: Assistindo o Kecak em Uluwatu

A experiência de hoje foi memorável: hoje foi dia de Kecak em Uluwatu. Essa é uma dica que vale a pena seguir quando você estiver em Bali! A dança Kecak é ponto obrigatório num roteiro em Bali.

Mas vamos começar do começo. Acordamos cedo, mas a Jú estava com gripe e dor de garganta. Deve ter sido por causa dos banhos frios do interior da ilha. Resolvemos ficar no hotel. O Tico e o André foram pegar onda.

Dia 7 – 16/7: As grutas religiosas Goa Gajah e Goa Lawah

Selamat Pagi. Hoje é dia de grutas religiosas, que na nossa opinião, devem ser incluídas no roteiro de quem tem mais de 5 dias disponíveis  em Bali.

Acordamos cedo e saímos para Bedulu, onde fica o Goa Gajah (Gruta do Elefante), uma das principais grutas religiosas da Indonésia.

O Goa Gajah é um gruta pequena que tem no lado esquerdo uma escultura de Ganesh (Deus Hindu meio humano e meio elefante) e do lado direito, representações de Brahma, Vishnu e Shiva (os 3 principais deuses).

Dia 6 – 15/7: O “guardião” do templo Pura Besakih

Saímos cedo do Shana Homestay e fomos para o Pura Tirta Empul, um templo muito importante para os balineses e com certeza um imperdível ‘ponto turístico’ (entre aspas porque antes de ser turístico, é religioso. Não é um parque temático como alguns turistas pensam).

Para entrar no complexo do templo é preciso usar o Batik (roupa própria para ocasiões religiosas), mas pode ser também um Sarong (canga) para cobrir as pernas e demonstrar respeito pelas crenças balinesas.

Dia 5 – 14/7: Aprendendo a barganhar em Ubud

Hoje é dia de conhecer Ubud. O Tico e o André reservaram um carro dias antes e saímos para um roteiro de 3 dias pelo interior de Bali.

Logo no início descobrimos que o trânsito balinês é coisa de doido. Os carros, na teoria, andam pelo lado esquerdo. Na teoria, porque na prática, todo mundo anda por onde convém.

Dia 4 – 13/7: Rumo a Bali, estamos Indo-Nésia

Acabou nosso passeio em Singapura e vai começar o mochilão em Bali…

Singapura foi só um stopover do voo de Nagoya para Denpasar. Pegamos o avião com destino a Bali. Isso mesmo, Bali..uhu Bali!!!!

Vamos conhecer e depois dar várias dicas da ilha para quem planeja conhecer essa parte da Indonésia.