Gastos da viagem – Parte 4: Tailândia

No decorrer de mais de 30 posts nós demos várias dicas da Tailândia, do que ver, do que fazer, de roteiro, etc. , mas esse talvez seja o post mais útil.

Os gastos da viagem na Tailândia foram baixos, como o esperado. Viajamos pela Tailândia por 37 dias. Lá, sim, começamos a sentir o que esse mochilão seria, pois em Singapura e Malásia passamos bem rápido e na Indonésia era mais férias do que pé-na-estrada.

Gastos da viagem

Gastos da viagem: essa era uma das maiores dúvidas que tivemos quando estávamos planejando a viagem.

Sabíamos que viajar pela Ásia era barato. Mas quanto?!?!

Lemos muitas histórias de viajantes extremamente econômicos. Também conseguiríamos?!?!

Pesquisamos bastante na internet, lemos guias de viagem e perguntamos também para outros viajantes independentes. Essas conversas foram muito importantes para ganhar confiança para encarar uma grande viagem pelo exterior.

Fizemos muitos amigos, que nos ajudaram a ter uma ideia do quanto gastaríamos na viagem. Aos poucos as nuvens de incertezas foram se dissipando e conseguimos traçar o orçamento. Mas tudo ainda era teoria para nós.

O mapa do mochilão foi 'espetado' muuuitas vezes em muuuitos lugares diferentes, até fecharmos o roteiro
O mapa do mochilão foi ‘espetado’ muuuitas vezes em muuuitos lugares diferentes, até fecharmos o roteiro

Conseguiríamos mesmo viajar gastando pouco??? Vontade não faltava, mas às vezes o orçamento previsto não condiz com a realidade e com as necessidades humanas que surgem ao passar do tempo na estrada.

Economizar por uma semana é possível. Dormir em hotéis simples (às vezes sujos e mal-cheirosos) é possível. Mas por quanto tempo?!?! Uma semana, duas, três.

Aguentaríamos por 132 dias?

Por causa disso, depois de feito o orçamento, acrescentamos alguns dólares por dia. Quando pensamos nos custos, devemos lembrar que, viajando ou não, temos o custo básico de alimentação. Portanto, para não desanimarmos ao calcular os custos de alimentação, devemos subtrair o custo que temos no nosso dia-a-dia quando não estamos viajando.

Feito isso, descobriremos que os gastos no sudeste asiático são quase iguais aos gastos em casa. Então…

Pesquisar o preço dos hotéis e alimentação é relativamente mais fácil do que pesquisar o preço dos transportes. Como saber quanto gastaremos com o transporte dentro das cidades para os passeios? É complicado.

Onde foi possível, andamos a pé! Onde foi possível, pegamos ônibus urbano. Onde foi possível, alugamos bicicleta. Incluímos o transporte no orçamento, mas foi um valor “chutado”.

Para economizar, usamos táxi só quando foi extremamente necessário.

Foi uma boa opção, pois se tivéssemos usado muito táxi, aconteceriam muito menos coisas interessantes no nosso dia-a-dia.

Para a nossa alegria a teoria se mostrou real! Realmente é barato viajar pelo sudeste asiático e pela Índia. Em Dubai, nem tanto, mas também é possível…

Nossos gastos ficaram dentro do orçamento, com exceção do imprevisto na chegada à Dubai.

Durante a viagem muitas pessoas entraram em contato conosco e sabem qual foi a principal dúvida? Os custos…

É por isso que iremos escrever um pouco sobre esse assunto aqui no blog.


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Agradecimentos

 

O sonho é desde a infância e acreditamos que todos um dia já sonharam: Viajar o mundo.

Nós já sonhávamos antes mesmo de nos conhecermos.

Os anos passaram, crescemos, nos conhecemos e nossos sonhos se uniram. Decidimos passar do sonho para a realização.

Dia 57 – 05/9: Conhecendo Chiang Mai

O ônibus chegou em Chiang Mai às 6 da manhã. Pegamos um minibus (a tal caminhonete adaptada) e fomos até o Bow Chiang Mai House, que a gente tinha escolhido pelo guia.

O hotel é bonito, pena que o quarto tem cheiro de mofo. Ainda bem que na mesma rua tem vários hotéis. Escolhemos o Alley 9 Guest House, que está dentro do orçamento e tem um quarto “dormível”, chuveiro quente, ventilador e A/C, tudo por 5 dólares cada.

Dia 56 – 04/9: Wat Chaiwatthanaram

Arrumamos a bagagem e fizemos o check-out às 11:00. O ônibus para Chiang Mai só sairia às 20:30, então ficamos matando tempo no restaurante do hotel. Ainda bem que eles tem lugar para guardar as mochilas nesses casos e ainda deixam a gente tomar banho depois.

Escrevemos o diário enquanto observávamos o entra e sai das pessoas. Vimos a dona e o dono conversando em japones e vimos que a imensa maioria dos hóspedes eram japoneses.

Dia 55 – 03/9: Os templos de Ayuthaya

Hoje é dia de visitar os Templos de Ayuthaya, mas antes, deixa eu falar um pouco sobre o hotel P.U. Inn. Ele é cheio de regras exageradamente chatas. Se deixar a janela aberta ao sair, chover e molhar o quarto, tem que pagar multa. Se sujar demais o lençol tem que pagar multa. Se sair e esquecer o ventilador ligado ou a água da torneira correndo tem que pagar multa. Multa, multa, multa…

Dia 54 – 02/9: Mercado flutuante e Phra Pathom Chedi

Mercado flutuante de Damnoen Saduak

Acordamos cedo e às 7:30 já estávamos começando o passeio nos canais do mercado flutuante de Damnoen Saduak. Na verdade, quem nos conduziu foi uma senhora de uns 50 anos e não o senhor com quem negociamos ontem.

Dia 52 – 31/8: Trekking de elefante, bamboo rafting, cachoeiras e ferrovia da morte

Acordamos cedinho para passear. Às 8:00 chegou a van do nosso tour.

Fomos primeiro até um centro de treinamento de elefantes para passear montados no ‘bichinho’. Esse lugar pareceu cuidar bem deles.

Nós dois subimos no mesmo e tinha mais um senhor conduzindo o elefante. Entramos na floresta…o senhor desceu do bicho para tirar fotos de nós, depois foi conversando com o elefante e o elefante começou a andar sem o senhor que era o domador.

Dia 51 – 30/8: Kanchanaburi: Ferrovia da morte e a Ponte do Rio Kwai

Saímos cedinho para ir para Kanchanaburi. Pegamos o coletivo às 7:00 até a rodoviária e o ônibus de lá às 8:00. Duas horas depois, e sem pagar a mais por sermos farang, chegamos na cidade.

Dia 50 – 29/8: Jim Thompson’s House

Sawadee!

Hoje tomamos café da manhã tranquilamente no restaurante do hotel e voltamos para o quarto.

Às 10:30 pegamos um ônibus até o consulado dos coloridinhos para pegar o visto. Deixamos o passaporte lá e fomos passear no Jim Thompson’s House.

Pegamos o sky-train e chegamos rapinho lá perto, depois, adivinhem… fomos a pé.

Dia 49 – 28/8: De barco no rio Chao Phraya

O despertador tocou às 7:30, mas só conseguimos sair da cama uma hora depois.

Passamos na loja de conveniência, compramos o café da manhã e comemos andando, a caminho do ponto de ônibus.

Nós já perdemos a paciência com os motoristas de tuk-tuk. Nem damos mais conversa pra eles.

– Tuk-tuk? – Nao. – Aonde vocês estão indo? – Só vamos andar. – Para onde? – Não sei. – Quando vocês chegaram na Tailândia? – Não sei. – Não sabe? – Não

Fingimos que não entendemos nada dai os motoristas desistem.

Dia 48 – 27/8: Grand Palace e Wat Phra Kaeo

Sawadee!!!

Hoje de manhã fomos andando ao Grand Palace. Ele foi construído em 1782, quando o rei Rama I transformou a cidade na capital do Siam.

Dia 47 – 26/8: Visitando o Chatuchak Market

Acordamos cedo, mas só saímos depois do almoço.

Almocei um Khao Pad de novo e dessa vez coloquei pimenta. A pimenta já não faz uma estrago tão grande como no começo da viagem… Estamos ficando acostumados. Não precisamos mais tomar litros de água depois do almoço…hehehe

Dia 46 – 25/8: Encarando o Tuk-tuk

Acordamos tarde, mas ainda assim foi uma das poucas vezes que acordamos antes do despertador tocar.

Ouvimos dizer que os tuk-tuks não levam a gente para o lugar certo, não queremos gastar com táxi e não achamos o ônibus que vai até o Wat Traimit. Por tudo isso começamos a andar em direção ao templo até chegar na rua onde passa o ônibus.

Dia 45 – 24/8: Reunião de brasileiros em Bangkok

Tentamos acordar bem cedo, mas não foi possível. Dessa vez tomamos o café da manhã antes de fazer qualquer coisa, pois ontem ficamos tontos de fome.

Comemos no restaurante do hotel um waffle bem grande com sorvete em cima e frutas picadas…Hummmm muito bom!!

Dia 44 – 23/8: Começando a conhecer Bangkok

Acordamos cedo e saímos para ir até o consulado de um dos próximos países para pedir o visto.

O café da manhã não está incluído no preço do hotel, então saímos para comer na rua.

Ganhamos confiança para usar os ônibus coletivos daqui e conseguimos um bom mapa com informação das linhas de ônibus. Agora vai!!!

Dia 43 – 22/8: Taxímetro? Khao San Road

Chegamos em Bangkok bem cedinho, eram 6 da manhã. Logo vieram uns taxistas oferecer serviço.

– Vão para onde?

– Khao San Road.

– Quer táxi?

– Sim. Quanto custa?

Dia 42 – 21/8: Rumo a Bangkok

Acordamos às 9:00 e tomamos café da manhã. Como hoje era dia de mudança, tivemos que comer tudo que compramos no mercado e que deixamos no frigobar do quarto. Cada pão ficou com 2 fatias de presunto e 2 de queijo e ainda dobrados pois o pão era pequeno. Eita pãozão…

Cada vez está dando mais trabalho para arrumar as mochilas. Quando saímos do Japão parecia que tudo tinha um lugar certinho, ficava ajeitadinho. Agora está tudo muito bagunçado…

Dia 41 – 20/8: Curando a garganta em Patong – parte 2

Hoje, de novo, foi um dia de repouso para curar a garganta e o cansaço. Acordamos tarde, lá para o meio dia, tomamos café da manhã e ficamos descansando.

A recepcionista trouxe as roupas de ontem que estavam na lavanderia. Nesse hotel não dá para ficar pendurando as roupas molhadas. Até a mochila precisou ser lavada pois estava com cheiro de “cachorro molhado”.

Dia 40 – 18/8: Perdidos no mar da Tailândia, em algum lugar perto de Ko Phi Phi

Pegamos o minibus e partimos para o tão esperado passeio para Ko Phi Phi.

O minibus foi parando em outros hotéis para pegar mais gente. Entrou um cara com uma roupa que parecia de atleta do Brasil. Falamos bom dia em português, já sabendo que era um conterrâneo. Ele não ouviu, falamos de novo e ele disse: Opa, aí sim, heim…

Dia 38 – 16/8: Visitando o Phang-Nga Bay National Park

Acordamos cedo e às 8:30 chegou o minibus que nos levou ao passeio. Passamos em outros hotéis para pegar mais gente e seguimos para a província de Phang-Nga.

O parque Nacional de Phang-Nga Bay é formado por muitas rochas de diversos tamanhos encravadas nas águas claras da baía.

Dia 36 – 14/8: Conhecendo a praia de Patong

Acordamos cedo e fomos conversar com a recepcionista do hotel.

Ela não tem nenhum quarto vago além desse que estamos, o café da manhã não está incluído e agora, de dia, vimos que o hotel fica no meio do nada… Do nada mesmo…

Resolvemos procurar outro hotel e andamos até as ruas principais da praia. Encontramos um pelo mesmo preço, muito bem localizado, cheiroso e confortável.

Dia 35 – 13/8: Outro vôo, outro país – da Malásia para Tailândia

Acordamos cedo e arrumamos a bagagem para partirmos para outro país, chegou a vez da Tailândia.

Passamos rapidinho no Central Market para comprar umas gostosuras para comer depois no aeroporto.

Os malasianos adoram buzinar no trânsito. Mas não são buzinadas de leve, não. Eles apertam a buzina com vontade e mantém buzinando por vários segundos.